À La Carte (2013)

Genève VII, 2013, 150x140cm, grafite, guache e tinta-da-china s/papel

Genève I, 2013, 141x138cm, guache s/papel

Genève II, 2013, 120x120cm, ecoline, guache e tinta-da-china s/papel

Genève III, 2013, 150x140cm, guache e tinta-da-china s/papel

Genève IV, 2013, 150x140cm, guache e tinta-da-china s/papel

Genève V, 2013, 150x140cm, ecoline, guache e tinta-da-china s/papel

Genève VI, 2013, 87x106cm, guache e tinta-da-china s/papel

Genève VIII, 2013, 150x400cm, guache e tinta-da-china s/papel

Genève IX, 2013, 150x300cm, guache, tinta-da-china e ecoline s/papel

Genève X, 2013, 150x300cm, guache e tinta-da-china s/papel

Tahiti, 2013, 141x113cm, guache, grafite, tinta-da-china e pastel de óleo s/papel

Lisboa I, 2013, 150x177cm, guache, tinta-da-china e pastel de óleo s/papel

Lisboa II, 2013, 150x193cm, guache, tinta-da-china, grafite e pastel de óleo s/papel

Lisboa III, 2013, 150x188cm, guache e tinta-da-china s/papel

Lisboa IV, 2013, 140x92cm, guache e tinta-da-china s/papel

Lisboa V, 2013, 141x133cm, guache, tinta-da-china e pastel de óleo s/papel

Lisboa VI, 2013, 155x150cm, guache e tinta-da-china s/papel

Lisboa VII, 2013, 153x151cm, guache, tinta-da-china e pastel de óleo s/papel

Lisboa (desenho “surfista”), I, 71x70cm, lápis de cor e pastel de óleo s/papel

Lisboa (desenho “surfista”), II, 100x65cm, grafite e pastel de óleo s/papel

Lisboa (desenho “surfista”), III, 100x65cm, grafite e pastel de óleo s/papel

Lisboa (desenho “surfista”), IV, 100x65cm, grafite e pastel de óleo s/papel

Lisboa (desenho “surfista”), V, 100x93cm, lápis de cor e guache s/papel

Lisboa (desenho “surfista”), VI, 100x93cm, lápis de cor e guache s/papel

Amsterdam, 2013, 153x151cm, guache e tinta-da-china s/papel

Paris, 2013, 153x150cm, guache e tinta-da-china s/papel

 

pedido para a realização da exposição “à la carte”:

Em pensamento lato, pode dizer-se que a origem do Museu Geológico da Academia das Ciências de Lisboa é idêntica à dos jardins botânicos europeus: a criação de colecções com fins científicos e pedagógicos (mais tarde de preservação) de amostras do mundo; mundo esse que vai desde o próprio território, no primeiro caso, até aos exóticos antípodas, no segundo. E tal como o Museu Geológico, com a sua disposição à séc.XIX (lindíssima e que espero que nunca alterem), há uma cristalização do espaço e do tempo na reconstituição/criação da paisagem concentrada que se encontra nas estufas desses jardins e que corresponde a um imaginário desses outros mundos.
No fundo, em ambos os casos temos o mundo à disposição naquelas colecções. Daí o título destes desenhos – “à la carte” – que são desenhos de interiores de estufas de jardins botânicos e um de um seu arquétipo. E que gostaria de mostrar na sala de exposições temporárias do Museu Geológico.

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